VEM AI !!!

VI FEIRA DE CURSOS DA ETEC ALCIDIO

03 e 04 de Maio de 2011

 

V Feira de Cursos (maio de 2010)

 

Alguns Projetos da Feira que  já estão sendo organizados:

ENSINO MÉDIO - Stand sobre “Ano internacional da Floresta” – maquetes das florestas brasileiras e banners de empresas que trabalham com a madeira/floresta com sustentabilidade (3o. anos); distribuição de sacolinhas ecológicas para carros  e apresentações artísticas de dança do componente – Inglês (2o. anos).

INFORMÁTICA E INFORMATICA PARA INTERNET : apresentação de sites produzidos pelos alunos, projeto escola de DJs e jogos
GESTÃO: stand  sobre Impostos
MARKETING: praça de alimentação, projeto sobre Revista eletrônica da Etec
ENFERMAGEM: 30 anos da AIDS
FARMÁCIA: cuidados com a saúde e manipulação  de medicamentos
SECRETARIADO: divulgação do vestibulinho e recepção dos convidados
LOGISTICA: stand com o processo de produção de uma fábrica de roupas e outra de palha
JURIDICO:  21 anos do Código de Defesa (informações) 
 
PARTICIPEM !
CONVIDEM SEUS FAMILIARES E AMIGOS.
VAI SER MUITO LEGAL!

 

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A escola e o contexto local

Anderson Benelli *

É muito comum ouvirmos educadores(as) e pais dizerem que a escola – e com escola quero dizer os seres humanos que a compõem e a cidade, uma vez que ela não é feita de concreto e sim dos seres humanos que formam essa sociedade – é nossa segunda casa e, por isso, devemos respeitá-la. Mas que casa é essa onde a palavra de ordem é não? Onde educandos(as) não podem exercer o seu direito a palavra e nem fazer nada no qual se reconhecem?Os(As) educandos(as) não se reconhecem na escola, porque a escola ainda não se reconhece como parte da comunidade que está inserida. Se o museu é o mundo como diz o artista brasileiro Hélio Oiticica, a escola também o é. E é no mundo que se faz o processo de ensino/aprendizagem. Aprendemos em contato com o mundo e com o outro, como bem disse Paulo Freire.Durante o debate “Além dos muros da escola que ocorreu no Terreiro Eu sou a Rua na 29ª Bienal de São Paulo”, uma educadora disse que a escola é desestimulante para os(as) alunos(as) por três fatores: é todo dia, é obrigatória e é um espaço coletivo. Por ser uma atividade rotineira em um espaço coletivo eu não posso expressar minha identidade como indivíduo? Isso não parece o suficiente para justificar o desinteresse de grande parte dos(as) educandos(as), já que durante toda vida convivemos coletivamente cumprindo com obrigações rotineiras. O ser humano chega ao mundo já inserido em uma pequena sociedade, a família. Depois vem o convívio com irmãos, parentes, amigos, desafetos, etc. Ou seja, obrigatoriamente vivemos todos os dias coletivamente e nem por isso a vida é desestimulante, a não ser que o indivíduo esteja sofrendo de desesperança e/ou depressão. A escola é o lugar onde fazemos novas amizades, lugar de encontros com colegas, amigos(as), namoradas(os). Como um lugar que proporciona tantas experiências e encontros interessantes pode ser tão desestimulante?

Infelizmente, muitas escolas ainda não se reconhecem como parte da comunidade, automaticamente, a comunidade não se reconhece na escola e, consequentemente, os(as) educandos(as) como indivíduos dessa comunidade também não. Ao que parece, os maiores responsáveis por esse ambiente opressivo em sala de aula que afasta os(as) educandos(as) são: o currículo, o projeto pedagógico e a metodologia de ensino de alguns professores, dos quais muitos também foram vítimas de um ensino/aprendizagem opressor. E exatamente por isso, uma parte considerável deles não tem consciência crítica desse fato. E por sofrerem com uma educação “bancária”, tratados como recipientes vazios a receberem conhecimento como depósito, acabam ensinando como aprenderam.

Essa educação não interessa ao povo. Além de não estimular a reflexão, faz o oposto: a inibe, reprimindo a autonomia e a rebeldia, qualidades de valor imensurável no engajamento por mudanças. Essa educação resulta na preservação da hierarquia social. Porque “caminhos permitidos são rotas de escravidão e caminhos proibidos são rotas de libertação” (Fora de Frequência, 2010.), se repudia a rebeldia que estimula a autonomia e consciência crítica. Ou seja, essa educação “bancária” defende os interesses da classe dominante, inibindo a reflexão, a consciência crítica da realidade, a autonomia, o exercício da palavra dos oprimidos. Com isso, forma-se um povo domesticado, o que facilita a manipulação da opinião pública e a distorção da realidade social. Evita-se assim, que o povo enxergue as injustiças sociais e se rebele na luta por transformações contra um sistema social escravocrata.

Como atender as necessidades das diversidades culturais dos(as) educandos(as) e tornar o ensino/aprendizagem mais significativo?

Por que a rua atrai mais do que a escola?

QUER SABER MAIS …

ENTRE NESTE LINK  http://andersonbenelli.blogspot.com/2011/03/educacao-e-comunidade.html

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Educar para o século XXI exige integralidade de saberes

 

Desirèe Luíse desireeluise@aprendiz.org.br

Há necessidade de novas referências curriculares na escola, que valorizem a integralidade de saberes e experiências. A conclusão foi tirada por debatedores do tema “Metodologias inovadoras: integração de tempos, espaços e conteúdos”, discutido durante o Seminário Internacional de Educação Integral, na última semana, em São Paulo (SP).

“Atualmente, existe uma pressão social para recompor o sujeito. Não há sentido em continuarmos com uma educação que valoriza apenas os aprendizados cognitivo e intelectual. Nas políticas públicas, precisamos de uma atenção integral ao cidadão e seu território”, declarou , Maria do Carmo de Carvalho, superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) – instituição que promove ações voltadas à melhoria da qualidade da educação pública.

Para ela, neste século XXI, a educação deve centralizar ações com os objetivos de reduzir as desigualdades sociais, melhorar a sustentabilidade ambiental do planeta e promover o exercício de valores.

No entanto, é necessário que as crianças e jovens tenham uma jornada de tempo integral da pré-escola ao ensino fundamental, unindo à educação atividades artísticas, esportivas, períodos para estudos individuais e outras. “Ainda, temos que reservar um tempo para agirem como acham melhor, fazerem escolhas. Importante também garantir um espaço doméstico. Não chegamos a um equilíbrio”, afirmou Maria do Carmo.

O diretor da ONG mexicana Investigación y Educación Popular Autogestiva (IEAAC), Guillermo Alonso, disse que seu país está vivendo um momento difícil no pós-crise econômica. Para superar, será necessário o investimento na educação integral vislumbrando a transformação da realidade. “No México, hoje, há uma democracia que não é de fato democrática”, avaliou.

Alonso contou que grupos de jovens com os quais a IEAAC trabalha foram expulsos da escola por terem protestado contra o governo vigente. “Eles eram potenciais jovens a deixarem o país, mas retomaram um caminho com o teatro e não enxergaram mais necessidade de imigrar para os Estados Unidos”. A IEAAC incentivou os adolescentes aproveitando a cultura e depois por meio do trabalho.

Segundo Alonso, além da educação deficitária, outro grande problema que o país enfrenta é a violência. Entre 2005 e 2010, 30 mil mortes ocorreram devido ao narcotráfico, sendo pelo menos mil crianças.

“Educar, reabilitar e reintegrar socialmente; empoderar e dar competência à comunidade; prevenir e atender situações de risco. Tudo isso faz parte da educação integral, que em qualquer momento, qualquer situação, aponta como via estratégica para mudar rumos”, concluiu.

http://aprendiz.uol.com.br/content/brispephet.mmp

 

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Professores da educação básica terão bolsas de mestrado

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou hoje (21) que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) passará a conceder bolsas de mestrado a professores da educação básica. Os cursos serão ligados às áreas de ensino da educação básica.Os educadores que conseguirem a bolsa terão de permanecer nas salas de aula da rede pública de ensino por, no mínimo, cinco anos depois da diplomação.
O anúncio foi feito pelo ministro durante cerimônia de premiação de professores no Palácio do Planalto. “Muitas vezes o mestrado não é na cidade onde o professor mora e isso exige custeio, gastos com transporte, alimentação, aquisição de material pedagógico”, explicou Haddad ao falar sobre a importância da bolsa para a formação dos professores da educação básica.
Fernando Haddad afirmou que a medida objetiva também estimular o aumento da oferta de mestrado para os educadores da rede pública ao criar a demanda pelos cursos. A portaria que normatiza a concessão dessas bolsas será publicado no Diário Oficial da União de amanhã (22).
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/03/21/professores-da-educacao-basica-terao-bolsas-de-mestrado.jhtm
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15 mitos da Educação

Nesta reportagem, convidamos você a refletir sobre 15 ideias presentes no dia a dia da sua profissão. Vale a pena analisar como essas questões interferem em sua prática. Seus alunos vão agradecer.

1- Para ser um bom professor é preciso ter dom e vocação

Por que é um mito A docência não é uma capacidade inata, e sim uma carreira que, como outras, pressupõe esforço pessoal e formação que possibilitem o domínio de aspectos teóricos e práticos ligados à aprendizagem.

Por que derrubá-lo Um dos grandes desafios do país é a revalorização da carreira docente – com bons salários e condições de trabalho dignas para os educadores. Para que isso ocorra, é necessário que todos tenham acesso à formação inicial e continuada de qualidade. Só com estudos constantes, planejamento e dedicação, é possível ser um bom professor, ou seja, ensinar todos os estudantes.

“Não é admissível que alguém lecione apenas porque gosta de crianças ou acredita que leva jeito. A docência exige conhecimentos científicos.”
Carlos Roberto Jamil Cury, professor titular aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

QUEM QUISER CONHECER OS OUTROS 14 MITOS É SÓ CLICAR: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/15-mitos-educacao-621800.shtml?page=0

Professores da Etec Alcídio no planejamento 2011 – participação maciça

APROVEITANDO O ENSEJO PERGUNTO , VOCÊ CONCORDA COM O QUE FOI COLOCADO SOBRE O BOM PROFESSOR NESTE TEXTO? E PARA VOCÊ O QUE É SER UM BOM PROFESSOR?

Agradecimentos ao Prof. Luciano Camilo que sugeriu este artigo. Aguardo a participação de vocês neste blog com seus preciosos comentários e  sugestões. Abraços.

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Professor da ETEC Alcídio conclui MBA na Inglaterra

O professor Adalberto Andrade, da área de Gestão e Negócios da ETEC Prof. Alcídio do Souza Prado, concluiu no mês de janeiro o MBA (Master in Business Administration) na Inglaterra. O MBA foi direcionado para um grupo de alunos da USP-RP/FUNDACE, juntamente com Bournville College na cidade de Birmingham. Este foi o primeiro grupo de estudantes de MBA a ter essa experiência na Universidade de Bournville. Além de aprenderem sobre a economia local e nacional, tiveram a oportunidade de visitar uma série de empresas, tais como: Cadbury, Jaguar, Custard Factory e Birmingham Mail. O professor participou também de várias aulas que discutiam sobre a variedade das diferentes indústrias existentes no Reino Unido e a maneira como elas operam no contexto do mercado global. Também exploraram áreas como: Legislação Européia, Recursos Humanos e as práticas de gerenciamento no Reino Unido, assim como suas regulamentações financeiras. Brasileiros são conhecidos mundialmente por sua paixão pelo futebol, portanto, durante a estadia dos estudantes de MBA no Reino Unido, este item não poderia ter ficado de fora da programação. Os estudantes assistiram a semifinal da Carling Cup – disputada entre Birmingham City e West Ham United; fizeram um tour privado ao Birmingham City futebol clube (BCFC), além de participarem de uma discussão com o time de vendas comerciais no BCFC, sobre suas estratégias de marketing. A experiência adquirida será disponibilizada para os seus alunos e amigos. As fotos poderão ser vistas pelo blog www.adalbertoandrade.blogspot.com.

PARABÉNS PROF. ADALBERTO!

Esta é uma das maiores características da nossa equipe  correr atrás dos nossos sonhos e não parar de crescer nunca.

 

 

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Uma mulher de fibra.

A primeira entrevista do nosso Blog é com a Diretora da Etec Prof. Alcídio de Souza Prado, a Profa. Maria Teresa Garbin Machado, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, que aconteceu no último dia 8.
A diretora é exemplo mulher, mãe e profissional. Casada com Roberto Machado, mãe de 4 rapazes (Rafael, Danilo, Cássio e Roberto) e avó de Henrique,  Teresa que é professora de Biologia, hoje está no seu segundo mandato como diretora da Etec. Como se não bastasse tudo isso, ela ainda arruma tempo para continuar estudando, é Mestre em Educação pela Faculdade Moura Lacerda-Ribeirão Preto e no ano passado entrou para o Doutorado, também em Educação, na Unesp de Araraquara. Vários dos seus trabalhos foram publicados em Congressos em Florianópolis-SC, São Luis-MA e em Portugal. 
BLOG: Ao longo da sua carreira profissional você sofreu algum preconceito?
Teresa: Não, nunca, somente gozação a respeito das loiras, mas acho que no fundo é pura inveja… Mas falando sério, mesmo em ambientes não ligados à educação e mais masculinos, sempre fui respeitada não somente como mulher, mas como pessoa.
Acho que o respeito vem muito da própria postura e posição que se ocupa no ambiente social, de trabalho, familiar e principalmente nos momentos de lazer.
 BLOG: O trabalho quase que totalitário da mulher no setor da educação pode significar mudanças de comportamento da sociedade em relação à inserção da mulher no mercado de trabalho, na política e na vida social ao longo da história?
Teresa: Ao longo da história a mulher foi conquistando seu espaço em todos os segmentos, sejam legais ou sociais. No Império, por exemplo, as filhas das famílias das “elites condutoras” aprendiam o cultivo de um verniz social para arrumarem bons casamentos, declamando poesias em francês ou executando bordados intermináveis. Nos dias de hoje, as mulheres cidadãs competem com os homens nos empregos, cargos políticos, vagas em escolas e universidades.
Mas há pontos importantes a serem salientados na convivência entre homens e mulheres, que com visões diferentes a respeito do mundo, devem desenvolver a arte da boa convivência, cabendo a cada sexo valorizar seus pontos fortes, minimizando os fracos. Enquanto as mulheres são mais mediadoras, detalhistas e observadoras, os homens são mais arrojados e conseguem uma objetividade invejável. Como na minha família sou minoria (entre o marido e quatro filhos) aprendi muito com os homens, pelos quais tenho grande admiração.
Quanto ao mercado de trabalho, ainda há muita coisa a melhorar no nível salarial, quebrando os dizeres populares de que “onde se ganha bem tem mais homens do que mulheres”, ou aquela frase famosa de um político, ao afirmar que “mulheres não precisam ganhar bem, precisam mesmo é ser bem casadas”.
Outro fato inegável é a dupla jornada das mulheres, sendo que muitas estão em reuniões de trabalho pensando na roupa a ser passada, no cardápio do jantar, na tarefa dos filhos, pois  embora os casais mais jovens estejam dividindo os afazeres domésticos, sempre sobra para as mulheres mesmo. Sem pensar no fardo da mídia e do consumismo, determinante na escravidão da aparência da mulher, que tem de estar sempre linda, magra, bem humorada e simpática, além de ser competente no trabalho, ou seja, perfeita em tudo. Senão, está estressada…..
 BLOG: Qual seria o legado que você deixa, como uma mulher influente e participante da sociedade em que vive, às mulheres jovens ou mesmo aquelas que ainda não conseguiram o “seu lugar ao sol”?
Teresa: Em primeiro lugar, quero agradecer a “mulher influente e participante”, mas na verdade posso me considerar participante, mas influente não sei…
Os dias atuais estão com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, e os jovens precisam se preparar com ferramentas para um futuro incerto e inesperado, no qual postos de trabalho são constantemente inovados. As ferramentas básicas compreendem competências e habilidades inerentes ao próprio trabalho, e os diferenciais de um currículo estão no estudo de línguas, TIs, vivência no exterior e outras. Além disso,  também são analisados os valores e características interpessoais, uma vez que a ética e o comprometimento, por exemplo, fazem parte do perfil almejado por qualquer empregador.
 Acho que o legado que podemos deixar, homens e mulheres, é o exemplo, pois não adianta falar para um filho estudar, se você nunca faz isso. Atualmente devido aos cursos noturnos, EAD e outras modalidades não há mais lugar para a omissão, precisamos estudar sempre. Pertencemos a um momento de mutação único e privilegiado, ao vivenciarmos as mudanças de século e de milênio, os 100 anos de Orlândia, os 100 anos do ensino profissional no Brasil, os 40 anos do Centro Paula Souza, e os sessenta anos da Etec. Portanto, temos de fazer jus a toda a modernidade que recebemos de nossa época, e o preço consiste em estudar, se comprometer e procurar fazer sempre o melhor.
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